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G1 - http://g1.globo.com/
08/05/2018
Policia procura por grupo flagrado pescando em santuario marinho em SP

Polícia procura por grupo flagrado pescando em santuário marinho em SP
Fotos mostram quando caçador submarino embarca peixe morto em lancha na área do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos (SP).

Por G1 Santos
08/05/2018 05h04 Atualizado há 7 horas

Policiais militares ambientais e fiscais da Fundação Florestal estão à procura de um grupo que foi flagrado por mergulhadores praticando caça submarina no Parque Estadual Marinho da Laje de Santos (PEMLS), a quase 40 quilômetros da costa de São Paulo. A embarcação utilizada por eles também está desaparecida.

A Laje de Santos é uma unidade de conservação e possui uma área de 50 milhões de metros quadrados onde é proibido qualquer tipo de pesca. O local é explorado por pesquisadores, mediante autorização, e por mergulhadores por meio do turismo sustentável, já que é um dos principais pontos de fotografia submarina do país.

Foram justamente os frequentadores do parque que flagraram quando os ocupantes da lancha M&P IV praticavam caça submarina no local. Até então, o grupo havia chegado à unidade e informado aos fiscais, que acompanham grupos de mergulhadores credenciados, que somente iriam aproveitar o dia quente e ensolarado.

Imagens, entretanto, mostram ao menos dois homens levando peixes até a embarcação. Após ser repreendido e alertado sobre a prática ilegal, passível de multa e prisão, o grupo conseguiu fugir e não foi mais localizado. O flagrante ocorreu na última semana, mas foi divulgado nesta terça-feira (7) pelas autoridades ambientais.

Desde o ocorrido, equipes da Companhia Marítima da PM Ambiental tentam localizar a lancha, de aproximadamente 10 metros de comprimento. O G1 apurou que a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) não conseguiu identificar a procedência da embarcação pelo nome. A numeração dela aparece tampada nas imagens.

A PM Ambiental pede que as pessoas façam denúncias, mesmo que anônimas, para o telefone (13) 3348-4780. Por meio de nota, a Fundação Florestal, responsável pelo parque, afirma que ainda trabalha para identificar os envolvidos, que vão responder pelo crime ambiental na Justiça e ainda terão que pagar multa.

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